É comum se dizer que é importante manter as rédeas do negócio. Isso vem decerto do tempo em que se andava a cavalo e as rédeas serviam para dizer ao cavalo que direção tomar. Sem as rédeas o cavalo andaria desembestado e não se chegaria a lugar algum desejado.

O carro foi afinal inventado e mesmo os modelos mais simples possuíam uma direção e um conjunto de medidores, indicando velocidade, nível de óleo, temperatura e outras coisas simples. Todo carro, até hoje, tem seu “dashboard” e os modelos mais sofisticados contam com GPS, detetores de toda espécie. Qualquer motorista se sente um verdadeiro piloto com tudo o que existe até nos modelos mais populares.

Os negócios, assim como os automóveis, os aviões (e os cavalos, claro), precisam de um dashboard. Palavra bonita, que não tem uma tradução direta em português. Quem não tem um dashboard de seus negócios, navega (no mercado) literalmente às cegas.

O dashboard das empresas

Hoje até mesmo pequenas empresas conseguem implantar seu dashboard, usando programas de Business Intelligence (BI). Esses programas, como o da People Solutions, se engatam em outros módulos, sistemas e até a planilhas em Excel, extraindo dados que são preciosos para gerar os indicadores que são mais importantes para conduzir seu negócio.

Esses indicadores mostram o desempenho da empresa e são em geral “chaves” para o sucesso do negócio. São os tais KPIs (Key Performance Indicators”, ou “Indicadores Chave de Desempenho”, numa tradução simples.

Que indicadores são chave?

A resposta é simples: depende do que sua empresa faz. De uma forma geral, sempre há indicadores de desempenho ligados a VENDAS, DESPESAS, CUSTOS e LUCROS (ou MARGENS).

Para continuar existindo, sua empresa não pode para de vender: indicadores simples como receitas mensais são indispensáveis. Vamos sofisticar: vendas por vendedor, vendas por funcionário, vendas médias por cliente atendido, vendas por região geográfica, vendas por tipo de vendedor (venda pessoal, venda via WEB, p.e.)…

Para entregar o que sua empresa vende, incorre em despesas e custos. Em geral as despesas são mais ou menos fixas em função do porte da empresa e do seu momento de mercado.

Já os custos variam proporcionalmente ao volume de vendas. Dezenas de indicadores podem ser gerados: despesas por venda, despesas por tipo de venda, despesas médias por vendedor, despesas médias por item vendido, etc. Com os custo ocorre o mesmo: custo médio de cada item vendido, custo por produto, custo por grupo de produtos, etc.

Para continuar existindo, sua empresa precisa ter uma margem de operações (positiva) que permita ter lucros, pois é o lucro que alimenta o negócio e seu crescimento. Ë possível ter indicadores de margem por venda, margem por produto, margem por grupo de produtos, margem por cliente, margem média por unidade vendida, margem por região geográfica etc.

De acordo com o tipo de operação da empresa, mais “KPIs” podem ser definidos para ajudar na análise constante do desempenho do negócio. Aqui não há receita de bolo: cada empresa é um caso diferente, de acordo com as peculiaridades do que produz e entrega.

Como o BI ajuda?

No BI é possível implementar todos indicadores necessários, montando-se um painel de KPIs que ajudam a tomar conta do dia a dia e, principalmente, tomar decisões táticas e estratégicas na condução do negócio. É possível também montar diversos relatórios sintéticos e analíticos, para ir mais a fundo em cada uma das decisões que precisam ser tomadas.

O BI imprime o exporta esses relatórios para Excel.

Não é necessário que o BI esteja sempre acoplado a fontes de informação em “real-time”:  alguns dados de origem podem ser mensais, semanais e até diários. Quando acoplado a um ERP, o BI pode processar informações diárias de custos, despesas e receitas, permitindo a apuração de margens e lucros também com periodicidade diária. É fantástico o que se pode obter hoje em dia.

Eu não uso nada disso e estou dando certo!

Em primeiro lugar parabéns, porque usar um cavalo sem rédeas ou um carro sem direção e conseguir chegar onde se pretende é realmente um feito. AInda mais num mercado que hoje é recessivo, como o brasileiro. Equivale a ganhar na loteria: as chances de ganhar são baixas e por isso a imensa maioria perde tudo o que apostou (investiu).

Com certeza, há milhares de empresários se questionando hoje como acertar, como melhorar e se perguntando, onde melhorar, melhorar no quê?

Investir num BI, acoplado a um ERP, pode ser o grande caminho das pedras. Ter seu próprio dashboard de indicadores e conduzir os negócios não mais na base do “achômetro” – e sim dos seus próprios KPIs. Consulte a People Solutions para ajudá-lo a retomar as rédeas de seu negócio. Mesmo que o cavalo seja bravo.


 

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