Como está seu Perfil de Empreendedor? Teste aqui seu grau de empreendedorismo!

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Multiplicação de Negócios online

Como é que anda seu Perfil de Empreendedor? Faça um teste grátis e imediatamente saiba onde pode (e deve) melhorar.

Muita gente precisa empreender, seja fazendo negócios online, seja montando pequenos negócios. Porque emprego no Brasil – para voltar a ter como já teve – vai demorar mais que 8 anos para ser como era antes da recessão.

Mas negócios pela internet não são mágicos: o dinheiro não aparece da noite para o dia. É preciso fazer um trabalho consistente, diário, saber bem a quem você quer atender e que valor você pode agregar – e fazer crescer o Networking com parceiros e clientes que se sintam sempre motivados a usar os seus serviços ou soluções. Não é uma tarefa para qualquer um.. Você aqui vai  poder fazer um teste para se auto avaliar! Sem nenhum custo. Os resultados são tabulados imediatamente e ficam disponíveis no próprio site, na aba de RELATÓRIOS. Você pode salvar em PDF todos relatórios e, a partir dos resultados – e fica sabendo onde pode e deve melhorar.

 

Que tal fazer já a sua auto avaliação de Perfil de Empreendedor?

(use um e-mail verdadeiro, pois você terá de confirmá-lo em sua caixinha de entrada)

Como é o teste

O teste avalia 6 competências básicas que todo empreendedor deve ter – seja empreendedor Digital ou empreendedor do mundo físico. Essa competências são descritas abaixo. Em cada COMPETÊNCIA o teste tem questões que refletem COMPORTAMENTOS que você deveria apresentar para poder dizer (ou saber) que é de fato competente… Ao se registrar no sistema, você ganha de graça a sua autoavaliação. Ao terminar a autoavaliação você já pode ver seu relatório online. Promocionalmente, até 30 de Julho, sem nenhum curto, você pode convidar outras pessoas para avaliá-lo: pessoal do seu Networking, amigos, parentes, fornecedores, clientes, pares(parceiros que trabalham com você, gestor (ou ex-gestor), e subordinados (se tiver, ou ex-subordinados). Assim você vai saber (se quiser), como os outros estão enxergando você. É muito interessante – e ajuda você a planejar mudanças nos seus comportamentoonde a coisa está pegando” – na visão dos outros. Não basta ser, tem que parecer.

 

Conheça aqui o Modelo de Competências para Empreendedores

Competência 1 – Capacidade de Persuasão

O conceito de persuasão está intimamente ligado com crença e convicção, porque persuadir alguém significa fazer com que essa pessoa acredite ou aceite uma determinada ideia. Além disso, a persuasão também pode convencer alguém a tomar um certo tipo de atitude. A capacidade de persuasão é uma característica muito importante no âmbito da liderança. Um líder eficaz deve saber como persuadir outras pessoas, para que elas sigam as suas instruções e o caminho indicados.

Competência 2 – Fazer Acontecer

Está ligada com Capacidade de Execução.
• Saber Aplicar a Regra dos Dois Minutos (faça, delegue, adie ou jogue fora) para esvaziar sua caixa de entrada
• Reavaliar as metas e manter o foco
• Planejar projetos de longo prazo e revisá-los semanalmente
• Controlar a ansiedade e a sobrecarga de trabalho
• Aceitar que você não pode fazer tudo ao mesmo tempo e que algumas coisas podem ficar para depois

Competência 3 – Foco em Metas e Resultados

Uma pessoa com essa competência tem a capacidade e disposição para alcançar os resultados desejados, com o menor gasto de tempo e usando o mínimo de recursos, sem deixar de considerar a ética e os valores individuais. Tem metas sonhos, objetivos e faz acontecer a partir de recursos disponíveis – e não os ideais. Evita desperdiçadores de tempo (atividades que só sugam nossas energias, nos cansam e tiram o nosso foco daquilo que de fato é importante). É disciplinada e dá continuidade ao que faz.

Competência 4 – Foco no Cliente/Mercado

A pessoa compreende claramente quem é seu cliente (de um nicho ou segmento) e faz tudo para oferecer produtos e serviços que atendam suas necessidades (dores). Cria conteúdos e mensagens que tem significado para os compradores. Define a melhor forma de forma de engajá-los, dentro de uma jornada de comunicação, atraindo-os como leads, avançando no relacionamento e com isso convertendo-os em clientes efetivos. Isso, afinal, é o que gera as receitas.

Competência 5 – Postura Pessoal

Uma boa postura profissional melhora não só o relacionamento interpessoal, como também conquista e mantém clientes satisfeitos, aumenta as oportunidades de negócios e, consequentemente, gera crescimento mais rápido dos negócios. São atitudes essenciais: respeitar as pessoas à sua volta, cuidar da sua imagem pessoal, ter pontualidade nos compromissos assumidos, ter regras claras de conduta, estar sempre disposto a cooperar, ter humildade nos relacionamentos cultivando a empatia e boa comunicação.

Competência 6 – Liderança carismática

O termo carisma significa ter a capacidade de agradar, atrair e cativar as pessoas, despertando sua atenção e interesse. Líderes têm êxito na vida e se sobressaem devido a uma personalidade forte e impactante. Líderes carismáticos exercem com maior facilidade poder sobre sua equipe de trabalho, seus pares e também seus superiores. Possuem a habilidade de motivar as pessoas, conduzindo-as e orientando-as a um determinado objetivo.Transmitem entusiasmo e sua autoconfiança.

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Impactos da Computação em Nuvem na Transformação do Negócios

Impactos da Computação em Nuvem na Transformação do Negócios

Executivos em todo o mundo estão cada vez mais preocupados com outros impactos que a Computação em Nuvem pode produzir, além de aumentar sua eficiência de custos e sua agilidade.

As questões passam por vários eixos. Como a Computação em Nuvem pode:

  • Transformar o modo como se produzem e realizam negócios?
  • Conectar os clientes e aproximá-los mais da empresa?
  • Tornar os funcionários mais engajados, satisfeitos e aumentar sua produtividade?

A seguir veremos os resultados de uma interessante e recente pesquisa da KPMG(1).

O uso de Cloud Computing tem drivers ligados a transformação e não somente a benefícios de custos

A seguir, 10 formas como as empresas estão usando computação em nuvem para gerar transformações nos seus negócios (2014).

Obviamente, o maior uso da computação em nuvem está associado a aumento da eficiência de custos. Mas a pesquisa revela que um crescente número de empresas está usando tecnologias de nuvem para permitir mudanças em larga escala dentro de negócios individuais ou na empresa como um todo.

TRANSFORMAÇÃO DOS NEGÓCIOS

Essas transformações incluem habilitar força de trabalho flexível e móvel (42%), aumentar o alinhamento e a interação com clientes, fornecedores e parceiros de negócios (37%) e melhorar a alavancagem dos dados, que permitem tomar melhores decisões de negócios.

Este resultado sugere que, para muitas empresas, a adoção de computação em nuvem realmente se converteu numa solução transformativa. Que ajuda as empresas a avançarem em suas iniciativas estratégicas e atingir suas metas de negócio. A nuvem tem ajudado essas transformações em larga-escala, em 3 vetores fundamentais:

  • Escalar com Rapidez: TI provisiona e modifica infraestruturas complexas muito mais rapidamente que em sistemas anteriormente existentes;
  • Agilidade: a nuvem permite que as organizações sejam mais rápidas e ágeis para acompanhar necessidades de negócio que estão sempre mudando;
  • Funcionalidades: usando Cloud, as empresas podem tirar vantagens das inovações com mais facilidade – reduzindo a necessidade de investimentos incrementais na tecnologia de infraestrutura de suporte.

As empresas que estão tendo uma abordagem puramente focada em redução de custos estão perdendo oportunidades adicionais (que outras empresas estão aproveitando).

Caso da AT&T

Na AT&T, cloud ajuda a ter abordagens interativas, ágeis e efetivas em custo para obter transformações, ao permitir que a transformação possa ocorrer em diversas frentes  simultaneamente, reduzindo complexidade e acelerando resultados. De acordo com seu vice-presidente de Operações de TI, a tecnologia de cloud é crítica para 5 distintas transformações que fazem parte de um planejamento que vai até 2020:

  1. Infraestrutura: A AT&T está reformulando o jeito como a empresa considera a infraestrutura de TI, incluindo a migração de aplicações para o ambiente de nuvem;
  2. O negócio comercial: Os clientes externos da AT&T começaram a se mover para a nuvem. A empresa está focalizada em atender suas necessidades nesse espaço (de negócio) e manter seu papel de liderança de “hosting”;
  3. Big Data: AT&T está começando a olhar como é possível monetizar e utilizar seus volumes de dados internos;
  4. Produtos e Serviços: A AT&T está criando produtos e serviços completos que estão sendo disponibilizados através da nuvem;
  5. A rede: A AT&T está se deslocando da rede tradicional para a nuvem para acelerar o crescimento do volume de serviços ofertados, além de fornecer uma entrega mais rápida de seus produtos e serviços para os seus clientes.

Cloud E “Foco” Nos Clientes (Customer Centricity)

O impacto da “consumerization” é uma tendência em curso que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorar e está refletida na forma como as empresas estão abordando a adoção de soluções na nuvem.

Para quem não é da área, consumerização[1] é o impacto específico que tecnologias originadas pelo consumidor podem ter sobre as empresas. O termo reflete como as empresas serão afetadas e como podem tirar proveito de novas tecnologias e modelos que se originam e se desenvolvem no espaço do consumidor, ao invés de surgirem no setor de TI da empresa. Consumerização não é em si uma estratégia ou algo que possa ser “adotado”. Consumerização é algo que pode ser abraçado e tratado, se possível de forma contínua.

O conceito de “Customer Centricity”[2] é antigo no marketing e seus benefícios tem sido discutidos por mais de 60 anos. Mesmo assim, até hoje, muitas empresas ainda estão tentando se alinhar plenamente a este paradigma de estar “centrado no cliente”.

Drucker (1954) escreveu em seu livro “The Practice of Management” que é o consumidor quem determina o que o negócio é, o que ele produz e se vai ou não prosperar”. Levitt (1960) propôs que as empresas não deveriam dar foco na venda de produtos e sim nas necessidades dos clientes. De acordo com Gartner, a importância do “foco nos clientes” só recentemente foi abraçada pela comunidade de negócios. Em 2003 uma pesquisa do Gartner Group estimava que lá pelo ano de 2007 menos de 20% das 1000 maiores empresas globais estaria preparada para alavancar com sucesso processos e capacidades centradas no consumidor. Ao mesmo tempo concluía que a equipe de marketing que devotava pelo menos 50% do seu tempo buscando novos processos e capacidades centrados no consumidor tinham um ROI de marketing 30% maior que seus pares, que não tinham essa ênfase.

O que está ocorrendo hoje? Hoje temos os consumidores digitais, experientes, que forçam as empresas a adotarem novas abordagens e a criarem novas ferramentas para se comunicarem com seus clientes existentes e em potencial (“prospects”).

A computação em nuvem permite melhor conectividade com os clientes – e favorece esse caminho de “feedback” ou retorno. Algo que até recentemente não existia sem ser por extensas, demoradas e onerosas pesquisas de mercado.

Na pesquisa da KPMG, 36% dos executivos apontou como o principal benefício da nuvem a habilidade de aumentar o alinhamento e a interação com os clientes.

Exemplo: Como varejistas e restaurantes estão usando a computação em nuvem para gerar transformações nos seus negócios

COMO VAREJISTAS E RESTAURANTES ESTÃO USANDO A COMPUTAÇÃO EM NUVEM PARA GERAR TRANSFORMAÇÕES NOS SEUS NEGÓCIOS

[1] Gartner IT Glossary – http://www.gartner.com/it-glossary/consumerization

[2] Journal of Service Research – The Path to Customer Centricity – http://jsr.sagepub.com/cgi/content/abstract/9/2/113

Caso de uma Rede de Hospitais que usa Cloud para relacionamento avançado com pacientes

Cancer Treatment Centers of America, uma rede nacional americana com cinco hospitais para tratamento de câncer, tem foco estratégico em oferecer experiência excepcional aos seus pacientes. A área de TI está usando soluções de nuvem para ir avante com essa missão.

 “Nosso planejamento estratégico sempre focaliza nossos pacientes e como podemos atendê-los melhor “, diz Kristin Darby, CIO da Cancer Treatment Centers of America. “Uma vez que temos esse entendimento, a partir de uma perspectiva de negócios, a forma como nós entregamos é praticamente uma decorrência que vem à tona, naturalmente. E nuvem é uma viabilizadora dessas soluções.”

A empresa está especificamente voltada a aplicações baseadas em nuvem que tenham foco na continuidade do relacionamento com seus pacientes fora de suas quatro paredes tanto durante como após o tratamento.

Ao aproveitar a tecnologia móvel baseada em nuvem, o CTCA pode receber mais relatórios de pacientes ao longo do dia, permitindo que os times responsáveis cuidem dos ajustes que devem ser feitos praticamente em tempo real.

“Nós não queremos que o relacionamento acabe quando o paciente nos deixa. Queremos saber como os pacientes estão indo, todos os dias”

Dicas Para Atingir O Máximo Do Potencial De Uso Da Computação Em Nuvem

Cloud Computing deixou de ser um assunto que só interessa à área de TI. É um assunto que merece atenção e apoio do corpo diretivo da empresa e até do conselho administrativo, para que sejam tomadas decisões estratégicas que irão impulsionar transformações e permitir inovações.

Na pesquisa da KPMG[1] ficou muito claro que as empresas que abraçaram Cloud como um tema de gestão – além de TI – têm maior potencial para aproveitar tudo o que a nuvem tem a oferecer.

Os analistas da pesquisa criaram 5 dicas para as empresas aumentarem o grau de sucesso de suas transformações através da nuvem e ficarem à frente de seus concorrentes.

[1] KPMG – Enabling Business In The Cloud – http://www.kpmginfo.com/EnablingBusinessInTheCloud/downloads/7397-CloudSurvey-Rev1-5-15.pdf#page=4

Faça a transformação com a nuvem ser um processo contínuo.

Para conseguir verdadeiros benefícios de longo prazo para os negócios, usando nuvem, sua adoção não deve ser encarada como mais um projeto de implementação de tecnologia, mas sim como uma jornada transformadora que se deriva da estratégia, quando é executada.

Impulsione as transformações com a nuvem a partir do topo da empresa.

Empresas com estrutura descentralizada, sem uma hierarquia clara para a tomada de decisões, podem fugir de mudanças potencializadas com a adoção de computação em nuvem – impedindo as transformações. Por isso é recomendável que as empresas procurem gerir os projetos de transformação com nuvem de forma centralizada, contando com uma equipe de nível sênior que supervisiona o processo de transformação e orienta as decisões estratégicas.

Dê foco para uma liderança forte e engajamento.

O alinhamento cultural em todos os níveis da organização é essencial para a gestão da mudança associada com as transformações em nuvem. A gerência executiva, o CEO, deve trabalhar para estabelecer uma cultura corporativa alinhada logo de início, fazendo com que outros líderes da empresa “comprem a ideia” e apoiem essa iniciativa em todas as áreas.

Evite “Panelinhas” (silos)

As transformações com o uso da nuvem têm sucesso quando as empresas estão aptas a absorver e abraçar mudanças em todos os aspectos do seu negócio. Nesse sentido, “áreas fechadas” ou “panelinhas” podem dificultar e comprometer os processos de transformação. O ideal é que a equipe de TI sempre trabalhe lado a lado com a equipe de negócios até que a nuvem realmente seja adotada na empresa.

Meça o sucesso

As empresas devem desenvolver projetos de transformação de nuvem que sejam realistas e que tenham resultados mensuráveis. Os avanços têm que poder ser comparados com os objetivos de negócio que são chave. Deve haver métricas claras, além de cronogramas, dando visibilidade dos resultados atingidos (numericamente e no tempo). Isso ajuda a manter o foco em alcançar os objetivos estratégicos.

O que tomadores de decisão não podem esquecer?[1]

  • A nova economia de mercado obriga as empresas a serem ágeis. Agilidade nos negócios é a habilidade de fazer melhorias e ajustes incrementais contínuos em processos e operações de forma que a empresa possa responder a novas condições impostas ao negócio assim que essas condições aparecem.
  • Empresas que compreenderem como otimizar seus custos de TI e diminuírem a participação de custos fixos nos seus orçamentos construirão um modelo de negócio mais ágil e correrão menos riscos;
  • Computação em Nuvem é um modelo de Estratégia de Negócios baseado em Agilidade e Capacidade de Resposta.
  • Tecnologia não é um fim em si mesma: ela é uma habilitadora de mudanças. Você deve encará-la como uma plataforma que suporta Processos de Negócio da sua empresa. A Computação em nuvem irá beneficiar sua empresa somente se estiver muito bem alinhada com os Processos e Objetivos do Negócio.

[1] Cloud Computing and impact on the business – pág. 22 – http://pt.slideshare.net/JuvnalCHOKOGOUE/cloud-computing-and-impact-on-the-business

 

Outras Referências:

  1. Elevating business in the cloud – 2014 – Pesquisa feita em 800 empresas líderes da indústria que elegeram Cloud como a tecnologia que terá o maior impacto na transformação de seus negócios – http://www.kpmg.com/us/en/topics/pages/cloud-takes-shape.aspx

Serviços de marketing em aplicativos móveis: cativando o cliente e ampliando oportunidades de negócios

Serviços de marketing em aplicativos móveis: cativando o cliente e ampliando oportunidades de negócios

O jeito mais fácil – e barato – de fazer com que sua base de clientes seja sempre crescente é não perder clientes dessa base. É uma questão de aritmética simples.

Se perder, precisará repor a quantidade perdida. Se quiser crescer, além da quantidade a ser reposta, será preciso agregar novos clientes. O “Estoque de Clientes” é uma equação simples: Clientes = Clientes Antigos + Clientes Novos.

Está mais do que comprovado que é muito mais lucrativo investir para manter os clientes do que para captar novos. Ironicamente, a maioria das empresas investe uma tonelada de dinheiro para atrair novos clientes – e praticamente nada para manter os seus.

Aplicativos móveis trazem a oportunidade de manter e reter os clientes do seu negócio, porque podem oferecer serviços e processos que facilitem a interação com a marca, mantendo uma espécie de excelência no relacionamento. Praticando um marketing de qualidade. Exemplos:

REDUÇÃO DE ATRITOS: é possível conhecer com profundidade as expectativas dos clientes atuais. Identificar sua satisfação e necessidades não preenchidas. É possível fazer essas pequenas enquetes via aplicativo, colher resultados e direcionar ofertas muito atraentes (e honestas) para a base de clientes existente. Ou ajustar serviços e produtos que estão gerando atrito com a marca, identificando pontos que geram insatisfação e, na sequência, aumentando a qualidade das ofertas. Gerando mais valor para os clientes “em carteira”.

COMUNICAÇÃO CONTÍNUA: o dispositivo móvel é campeão para esta finalidade. É possível estabelecer um calendário de comunicações, que vai rodando de acordo com uma sequência programada. Podem ser “pushs”, e-mails, telefonemas – não importa. O importante é que o cliente sinta que ele está tendo atenção verdadeira: recebendo ofertas especiais, agradecimentos, recebendo retornos, tudo com um toque personalizado. Isso faz com que se sintam “considerados” pela empresa e ajudam a interagir com a aplicação mais e mais. Tornando-a mais efetiva e eficaz.

  • VENDAS CONTÍNUAS: Algumas empresas fazem um excelente trabalho de marketing para conseguir novos clientes e fechar a primeira venda. Depois, sabe-se lá por que, não se comunicam mais com os clientes – exceto para cobrar as faturas. Seu aplicativo móvel pode aumentar muito a satisfação de seus clientes:
  • Mandando comunicações que reforçam a atitude de compra, mostrando para o cliente que ele tomou a decisão certa ao adotar o produto ou serviço da sua marca. Evitando a famosa “dissonância cognitiva” que pode virar uma propaganda negativa, especialmente se o cliente postar críticas em redes sociais e sites de reclamação;
  • Dando dicas de facilidades para interagir com a empresa em caso de qualquer necessidade ou mesmo dicas de uso do que foi comprado?;
  • Oferecendo produtos e serviços que complementam a compra realizada, pois isso pode aumentar a utilidade do produto ou serviço para o cliente, além de obviamente aumentar as vendas;
  • Sugerindo a troca por um novo modelo de produto (ou um novo plano de serviço) depois de um período adequado.
    Os aplicativos móveis permitem adotar uma postura de estar vendendo sempre para quem já comprou, com a grande vantagem de poder personalizar essa oferta, oferecendo o produto certo, no tempo certo, para o comprador certo.

SUPORTE PÓS-VENDAS FACILITADO: os clientes não querem perder tempo com deslocamentos físicos, procurando telefones de assistência e falando com máquinas e gravações, passando por scripts de call centers, etc… Querem registrar uma ocorrência do modo mais rápido e fácil e querem ter uma resposta da empresa que seja ágil e adequada. Se esse canal de comunicação for oferecido pela aplicação móvel – e houver realmente uma estrutura da empresa gerando os retornos adequados sua empresa surpreenderá seus clientes. Claro, será necessário criar processos internos que reflitam esse desejo verdadeiro de manter um relacionamento transparente com os clientes mas, no Brasil, isso por si só já é um diferencial, uma vez que estamos “acostumados” a sermos maltratados e a lidarmos com o baixo nível de qualidade do suporte pós-vendas.. Ou seja, há uma grande oportunidade de surpreender os clientes, oferecendo um nível de serviço muito melhor que o de seus concorrentes. Quando os serviços pós-vendas são ruins, o cliente não vê nenhum motivo para continuar fiel à sua marca – e muda para seus concorrentes por qualquer oferta de preço.

Em geral as empresas enxergam reclamações como “problemas” – e não como oportunidades. Mais de 90% dos clientes insatisfeitos não reclamam : simplesmente mudam de marca (ou nunca mais compram da sua empresa). Não reclamar não quer dizer que não exista insatisfação: muita gente acredita que reclamar não fará a menor diferença para a empresa. Os que não reclamam para sua empresa em geral falam mal da sua marca onde for possível. Já os 10% (ou menos) que reclamam estão na verdade dando um feedback gratuito e extremamente valoroso acerca de seus produtos e serviços. Escutá-los e dar retorno adequado é o caminho para manter sua fidelidade e as compras futuras. Além de obter insumos para mudar as ofertas de seus produtos e serviços, evitando perpetuar os problemas que apareceram no passado.

Pense em tudo o que um aplicativo móvel pode trazer de bom para seus clientes, mantendo-os fiéis. É um investimento com retorno garantido. E desenvolva seu aplicativo com empresas que possam entender que á o seu negócio e como gerar valor para seus clientes. Evite fazer mais um catálogo de produtos que pode ser lido no celular: isso não vai alavancar em nada suas vendas e muito menos vai fidelizar sua base de clientes.

Alcides Soares Filho – Administrador de Empresas pela FGV e consultor de marketing