COMO FUNCIONA A AVALIAÇÃO 360º GRAUS NO COACHING?

COMO FUNCIONA A AVALIAÇÃO 360º GRAUS NO COACHING?

O coacher pode utilizar essa poderosa ferramenta para obter visões da rede de relacionamento de seus coachees. Essas visões da rede (composta por gestor, pares, subordinados fornecedores, clientes, amigos, pessoal de networking e até parentes) , acerca de competências que precisam ser desenvolvidas e melhoradas, permitem dar um feedback muito mais preciso e rico para o coachee. O objetivo é mudar comportamentos, abrir novos caminhos e perspectivas,  e o feedback com base em diferentes visões enriquece todo o processo de coaching.

A avaliação 360 no coaching justamente ajuda a fazer isso, dando uma visão de todo tipo de pessoa (em 360 graus…) de todo tipo de pessoa com que o coachee mais se relaciona, que avaliam em que intensidade (ou com frequência)  os coachees apresentam comportamentos que são observáveis, que por sua vez caracterizam comportamentos essenciais, também chamados de competências desejadas. Daí a Avaliação 360 ser muitas vezes chamada simplesmente de Avaliação de Competências.

Quando utilizar a Avaliação 360º  Graus?

Se seu trabalho com coaching envolve o desenvolvimento de pessoas, a Avaliação 360º pode ser usada sempre. Alguns exemplos:

  • Desenvolvimento de Liderança;
  • Desenvolvimento de Empreendedores;
  • Gestão de Desenvolvimento a Carreira;
  • Preparo e planejamento de sucessão familiar;
  • Coaching Executivo;
  • Facilitação de Times de Trabalho;
  • Planejamento de Saída/Outplacement;
  • Melhoria do Relacionamento com pessoas-chave do staff… e por aí afora.

Quem afinal participa da Avaliação 360º  Graus?

O coacher identifica, de acordo com o objetivo de trabalho, quem deverá responder os questionários, de acordo com a rede de relacionamentos que mais impacta atingir as metas desse objetivo. Podem participar da rede de relacionamentos:

  • O Gestor direto (ou gestores), superiores com que mantém estrito relacionamento, ex-gestores. No caso de CEO ou Presidentes, podem ser os membros do Conselho;
  • Os Subordinados (em geral diretos) ou mesmo ex-subordinados;
  • Pares de trabalho (pessoas de mesmo nível hierárquico ou muito próximas, sem relação de subordinação ou chefia);
  • Fornecedores (externos ou mesmo internos à organização – neste caso, pessoas que fornecem serviços para o avaliado);
  • Clientes (externos ou mesmo internos da organização – neste caso, pessoas que se “servem” do trabalho do avaliado);
  • Amigos (que conheçam bem o avaliado profissional e ou pessoalmente);
  • Parentes (idem);
  • Pessoal de Networking (em geral, pessoas com que já trabalhou no passado ou mantém um relacionamento relativamente próximo).

O importante é selecionar pessoas que conheçam bem o avaliado e tenham condições de responder com qualidade à maioria das perguntas do questionário de avaliação, sem estar “chutando” respostas. Com exceção do gestor, o ideal é envolver pelo menos 3 pessoas de cada tipo de relacionamento, sempre que possível. Isso ajuda a preservar respostas individuais, pois o relatório apresenta médias por tipo de avaliador (por visão). Como o avaliado também responde o questionário (autoavaliação), é possível confrontar a visão que tem de si mesmo com a visão das pessoas de sua rede, identificando com clareza “GAPS” de percepção que precisam ser trabalhados nos processos de Coaching. Os “GAPS ” são lacunas mostrando como você se percebe versus a forma como os outros o percebem –  disponíveis logo após a conclusão da avaliação,

Como funciona a Avaliação 360º  Graus, na prática?

Antigamente, depois de escolhas as pessoas que vão responder o questionário, se mandava um Excel ou mesmo um Word com todas as perguntas do questionário. O Consultor precisava ficar supervisionando e cobrando os questionários respondidos e depois tabular todas as respostas de todos envolvidos. Um processo que consome tempo valioso (em geral não remunerado, porque é meio invisível para o cliente final), difícil de conferir (nem todos respondem a todas as perguntas) e sujeito a muitas falhas na tabulação final (por mais meticuloso que o Consultor seja).

Hoje isso é coisa do passado. Há sistemas como o Coaching 360 (sistema em manutenção no momento),  da Clicks to Bricks, especializada em Avaliações 360º,  que permitem:

  • Acesso aos questionários de forma totalmente eletrônica, via WEB, que podem ser respondidos em qualquer tipo de dispositivo (celulares, tablets, lap-tops e desktops);
  • Monitoração completa de toda aplicação, com envio de e-mails de Convite e de lembrete para todos que tem avaliações ainda em aberto;
  • Tabulação on-line, automática, de todas avaliações completadas, com geração de tabelas e gráficos que podem ser impressos a partir da própria WEB ou exportados para Excel, Word ou mesmo PDF.
  • O sistema permite ainda que o próprio Avaliado seja um agente ativo durante a aplicação, convidando mais avaliadores, mandando lembretes e incentivando as pessoas a responderem sua avaliação!
  • O consultor tem acesso ao resultado de todos os avaliado, podendo imprimir os relatórios, analisá-los e marcar reuniões de “devolutivas”, ocasiões em que discutirá e orientará seus coachees nos principais pontos a serem melhorados, desenvolvendo um planejamento de ações em conjunto.
  • O sistema permite aplicar a mesma avaliação tempos depois, de forma a poder comparar os resultados “antes” e “depois”, fazendo um “pente fino” sobre competências e comportamentos que ainda precisam de aprimoramento.

Benefícios da Avaliação 360º  Graus para o Consultor de Coaching, na prática

Para fazer um resumo:

  • Você pode impactar de forma ainda mais significativa os resultados do seu trabalho com Coaching;
  • O uso do Sistema Coaching 360 é barato e permite que você venda a Avaliação com razoável margem de lucro;
  • Além de lucrar com o serviço da Avaliação, você amplia as horas de consultoria com devolutivas, alavancando ao máximo os seus serviços e de forma muito rápida;
  • Você tem fortes indicadores e elementos para montar um plano de ação consistente, num processo estruturado, orientado por resultados e que vai contar com sua supervisão e orientação de tempos em tempos. Analisando desafios de negócios, esclarecendo problemas, revisitando crenças limitantes e abrindo caminhos com um curso de ação muito convincente.
  • Você pode medir os avanços comportamentais refazendo a avaliação num novo ciclo, após algum tempo. Refinando o processo. Revendo necessidades mais importantes nesse “novo” momento. Redefinindo ou reafirmando os objetivos mais importantes. Traçando novas metas e formas de contornar obstáculos que impeçam que seus clientes alcancem seus objetivos.

Benefícios da Avaliação 360º  Graus para os Avaliados

Ainda que toda avaliação de comportamentos apresente subjetividade, estando sujeita a crenças, cultura e conhecimento dos avaliadores, a aplicação da mesma em em grupo de 10 a 15 pessoas conhecidas dá uma visão muito razoável da percepção que eles têm sobre o seu Coachee. Exemplo de comportamentos que podem ser investigados, trazendo “insights” valiosos:

  • Assume riscos razoáveis ​​para melhorar a empresa?
  • Examina situações de diferentes pontos de vista, para obter perspectivas?
  • Cria para os colaboradores situações de aprendizagem desafiadoras, especificamente para desenvolver habilidades e melhorar resultados “bottom line”?;
  • Cria e desenvolve confiança com os colaboradores?
  • Comunica-se aberta e honestamente?
  • Exibe confiança ao apresentar idéias ou expressar opiniões aos outros?
  • Sabe escutar os outros para entender suas necessidades e preocupações?
  • Toma decisões que podem ser impopulares se for do interesse do cliente?
  • Pensa no crescimento da empresa e explora novas ideias para o desenvolvimento organizacional?
  • Procura em novas formas de obter vantagem competitiva sem abrir mão das “boas práticas”?
  • Demonstra competência e credibilidade em sua área de especialização?
  • Atrai e retém os melhores talentos?
  • Lidera com um estilo de liderança autêntico?

“Insights” com base nas respostas a essas perguntas permitem, por exemplo:

  • Beneficiar o avaliado, suas equipes e sua organização de forma praticamente imediata;
  • Deixar de planejar mudanças com base no instinto ou no “achômetro”, aumentando o grau de autoconhecimento, o que é especialmente importante quando se trata de liderança. Liderar pessoas requer um equilíbrio cuidadoso de prioridades concorrentes. Muitos líderes com boas intenções cometem erros porque fazem melhorias contínuas na direção errada;
  • Dar mais foco em processos: “como” as coisas são feitas em oposição ao “o que” é feito. Fazer as coisas da maneira correta, mesmo que isso possa falhar é melhor que simplesmente fazer. Ao se concentrar nos processos, a pessoa está se dando a melhor chance de criar o resultado desejado. E há o bônus adicional de repetibilidade e previsibilidade.
  • Promover o diálogo: comparando a autoavaliação com os diferentes tipos de avaliador, é possível melhorar (e muito) os processos de feedback. Tornando-os mais significativos e objetivos. O diálogo é sempre o primeiro passo para sair da “intenção” ou “desejo” e conseguir melhorias junto a pares, subordinados, clientes e fornecedores – e mesmo o gestor.
  • Melhorar as relações no ambiente de trabalho: os relacionamentos passam a ter mais reciprocidade (trocas de informação mutuamente benéficas). Os processos de feedback deixam de ser unilaterais,, quando existem, ou passam a existir, quando não existem.
  • Criar um ambiente que encoraja o desenvolvimento pessoal. É que permite coordenadores tornarem-se gerentes eficazes, gerentes efetivos tornarem-se executivos efetivos e executivos efetivos tornarem-se membros efetivos do Conselho. O fato de oferecer mais oportunidades de desenvolvimento pessoal ajuda a manter os talentos da empresa. A avaliação 360 fornece muitos insumos para o desenvolvimento pessoal.
  • Melhorar o desempenho: o feedback de 360 graus é uma das ferramentas mais poderosas isso: melhora os relacionamentos, aumenta a responsabilidade e gera clareza sobre como melhorar o desempenho.

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Chegou o Sistema Coaching 360 graus!

Você, Coacher, agora pode aplicar Avaliações 360 graus para seus clientes, totalmente on-line.

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CoProdutos

CoProdutos

Os processos de criação e inovação de produtos e serviços mudaram. Isso vale também para os aplicativos móveis. Hoje o usuário final é um co-desenvolvedor. E os produtos se transformaram em coprodutos.

Então era assim: o gerente de produtos estudava o mercado e definia um produto novo. Lançava. E ficava aguardando que vendesse, nas quantidades planejadas, para conquistar uma certa participação de mercado. As empresas maiores tinham um laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento, que ajudava a criar coisas novas, inovar.

Isso ocorria num mundo em que as pessoas não andavam com a cabeça a 45 graus, consultando seus celulares o tempo todo, andando, almoçando e até fazendo sexo. Os tempos e as atitudes mudaram, demais até.

Nesse mundo arcaico e ultrapassado, também, os produtos eram mudos e calados. Não falavam, apenas funcionavam ou não. Bem ou mal. Mas eram entidades autônomas, desconectadas. Hoje não: produtos conversam e contam coisas (quem quiser saber mais sobre isso, veja Internet das Coisas, ou  “IoT – Internet of Things“).

Antigamente (não tão antigamente assim), era preciso fazer pesquisa de mercado para avaliar um produto ou serviço. Difícil era cavocar no mercado quem tivesse a ver com o consumo do produto (ou serviço) e medir sus reações, sentimentos, expectativas. Quando os dispositivos começaram  a contar a verdade das coisas, isso acabou.

O mesmo ocorre para aplicativos para dispositivos móveis.  Esses aplicativos denunciam a  verdade verdadeira”: quem os usa, quando, quantas vezes e, dentro da aplicação, o que é que fazem, usam de fato – e com que frequência.

E podem ir além: deixar portas abertas para que os usuários sugiram melhorias e mudanças. Isso transforma o mundo, antes unidirecional, num mundo novo. Bidirecional. Todos usuários podem sugerir melhorias e mudanças. Tornam-se co-desenvolvedores do produto Que agora, vira um coproduto,

O desafio até muito recentemente era coproduzir soluções e serviços envolvendo equipes de Ti e equipes de Negócios das empresas.. Agora entrou em cena o próprio usuário: ele é parte integrante do produto que vai estar disponível amanhã, de manhã. O usuário é, também, coprodutor. Se a empresa não enxergar isso, estará míope. E afastando-se do seu mercado, diminuindo suas chances de sucesso.

Portanto, abra as portas. Ouça e mude em função do que pode escutar. E esqueça o processo tradicional de definir in-house um produto ou serviço estanque, sem evolver as percepções dos usuários: que são, cada vez mais, coprodutores. Ou isto não está claro? Hoje o verdadeiro gerenciamento de um produto (mesmo aplicativos móveis) começa (e não termina) quando ele é lançado no mercado. É aí que se torna plausível transformar expectativas em realidades.

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O caminho para ter sucesso com Aplicativos Móveis (Apps)

O caminho para ter sucesso com Aplicativos Móveis (Apps)

Não é fácil ter sucesso com aplicativos móveis (APPs). Mesmo que você tenha feito tudo certo no desenvolvimento desse aplicativo móvel. Depois do mesmo estar pronto, há uma espécie de “calvário” pelo qual todos aplicativos passam. Depois de instalados nos dispositivos móveis.

Veja que interessante o estudo feito por Deepak Abbot que mostra um “funil de sobrevivência” pós-instalação: na verdade, 99,5% das aplicações móveis passa, forçosamente pela “Lei de Atrito”,  que faz com que seus desenvolvedores (ou empresas patrocinadoras) fiquem lutando com altas taxas de  desinstalações e baixo nível de engajamento.

75% das APPs é desinstalada nos primeiros dentro de 30 dias.  O funil abaixo fornece uma visão geral de como e por que se perde usuários, em vários “Momentos da Verdade”.

funil de aplicativos móveis

Meta de Conversão = Qualquer coisa significativa, diretamente alinhada aos objetivos de negócio da sua empresa. Exemplos: – Primeiro pedido em uma App de e-coomerce, compartilhamento social em um aplicativo de notícias, convidando amigos em um aplicativo social, criação de lista de reprodução em um aplicativo de música, inscrição para uma conversão offline, IAP em um aplicativo Freemium, em breve, etc.

Seja para ganhar dinheiro ou mesmo conseguir um alto engajamento, é preciso dar atenção e foco em pelo menos 4 “Momentos da Verdade“, mostrados acima, tentando eliminar, reduzir ou evitar os motivos que levam à desinstalação ou ao não uso. Só isso pode melhorar a relação entre APPs ativos/ APPs instalados. Não há outra forma de “ser vencedor”.

Momento da Verdade 1

De longe, o mais crítico – e você já vivenciou isso. Ocorre em D1, no dia da instalação. De cada 100 instalações, 30 são sumariamente apagadas. São aplicações com engenharia ruim, que não tem boa interface ou não cumprem o que prometem ou simplesmente não funcionam direito. Das 70 que sobram, somente 7 são testadas a fundo. 63 ficam “descansando” para testes num segundo momento…

Momento da Verdade 2

Ocorre entre D2 e D5, ou seja, no resto da primeira semana. Das 63 instalações que ficaram para ser testadas depois, mais 20 são sumariamente desinstaladas…  Com isso, já se atinge uma taxa de 50% de desinstalação na primeira semana… A aplicação não consegue engajamento, ou não resolve um problema recorrente e real do usuário ou simplesmente apresenta problemas técnicos. Esta etapa converte somente 9 (7+2) dos usuários.

Momento da Verdade 3

Ocorre entre D6 a D15, ou seja, até o final da primeira quinzena de uso. Mais 18 aplicações são desinstaladas, chegando á taxa acumulada de 68% de desinstalação. Novamente, a aplicação não conseguiu engajamento, ou chegou ao fim dos casos de uso (ficando sem utilidade futura), ou não é valiosa a ponto de ficar ocupando o espaço (crítico em muitos celulares ainda), tem muito SPAM (mensagens e propagandas que incomodam). Ou o usuário achou uma aplicação equivalente e melhor! Esta etapa converte somente 2 usuários ativos.

Momento da Verdade 4

Ocorre na segunda quinzena da instalação, entre D16 a D30. Aqui mais 5 aplicações são desinstaladas sumariamente por motivos como elevado consumo, consumo de muito 3G na retaguarda, pouco espaço no dispositivo. Ou simplesmente não passa na limpeza periódica que as pessoas fazem no celular, descartando o que é inútil ou muito pouco útil.

Numa outra ponta, mais 5 aplicações são desinstaladas porque não tem ganchos de fidelização, ou tem metas repetitivas (como jogos e desafios simples) ou, novamente, o usuário descobriu uma aplicação melhor…

Com isso, a taxa acumulada de desinstalação chega a 78%. Das 22 aplicações que permanecem instaladas, 11 ficam dormindo no celular (instaladas mas inativas) até que haja uma manutenção periódica nos meses seguintes. Das 11 que convertem e engajam os usuários, somente 3 se convertem em usuários fiéis e 8 em usuários ativos (mas não muito engajados).

Conclusão

Resumindo, a cada 100 aplicações, em geral apenas 3 conseguem atravessar o funil de sobrevivência e converter usuários fiéis.

É possível analisar o mesmo funil para o volume de downloads de uma única aplicação da sua empresa (desde que, ao ser desenvolvida a APP, sejam incorporada a possibilidade de capturar e monitorar esses dados). Por exemplo, se a cada 100 downloads 80 forem apagados em D1, há algo muito errado com a aplicação… Ou se 30% ficarem “dormindo” além de 30 dias, isso significa que a aplicação é uma forte candidata à próxima limpeza no dispositivo.

Se sua aplicação não engajar e gerar usuários fiéis (cujas metas e métricas você estabelece em seu plano de engajamento, durante ou até antes do início de desenvolvimento), não vai ter sucesso. E se você não medir e acompanhar o que acontece depois de lançá-la (montando o seu próprio funil de sobrevivência), jamais saberá o que deve ser feito para melhorar sua taxa de sucesso. É fundamental administrar o que se chama de Ciclo de Vida do Cliente (com relação ao uso da aplicação – e não com relação a seus hábitos de vida), reduzindo os atritos e encantando os clientes.

Publicado originalmente no site da Opus Software

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Ebook Computação em Nuvem para Gestores de Negócios

Ebook Computação em Nuvem para Gestores de Negócios

Escrevi para um dos clientes, a Opus Software, o e-book “Computação em Nuvem para Gestores de Negócios”. O livro trata menos de tecnologia e mais do impacto que a Computação em Nuvem tem nos negócios.

Foi elaborado para as pessoas chave que dirigem as organizações – Coordenadores, Gerentes, Diretores, CEOs, Empreendedores -, para que possam ter uma visão mais clara do que pode ser feito na nuvem e possam dimensionar o potencial dessa tecnologia para alavancar o seu negócio.

Este livro oferece o conhecimento necessário para que as empresas:

  • Aproveitem ao máximo seus investimentos na nuvem;
  • Alinhem as áreas de TI e Negócio para implementar essa tecnologia;
  • Desenvolvam soluções que efetivamente aumentem a agilidade dos negócios;
  • Tenham maior eficiência de custos.

A Opus também editou outro livro sobre Computação em Nuvem: “Computação em Nuvem: O que você realmente precisa saber”, que complementa a leitura deste.

Todos os capítulos do “Computação em Nuvem para Gestores de Negócios” estão disponíveis abaixo. Esperamos que você goste e tenha uma boa leitura.

1 – O que é Computação em Nuvem? E o que não é?

2 – Recursos mais importantes da Computação em Nuvem

3 – IaaS, PaaS E SaaS: os 3 serviços clássicos

4 – Principais provedores de Computação em Nuvem

5 – Vantagens básicas da Computação em Nuvem para empresas

6 – Dificuldades para adotar Computação em Nuvem

7 – Redução de custos da Computação em Nuvem: questão polêmica

8 – Mercado de Computação em Nuvem

9 – Por onde começar usar IaaS

10 – Por onde começar usar PaaS

11 – Por onde começar usar SaaS

12 – 10 Mitos e crenças sobre Computação em Nuvem


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